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19 de Agosto de 2019
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    Comissão resgata história da Defensoria em livro, a ser entregue no aniversário de 20 anos da Instituição

    há 11 meses

    Um livro com 200 páginas nas quais três membros pretendem contar um pouco da história da Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT) toma forma a partir de uma iniciativa voluntária, que começou oficialmente em primeiro de julho de 2017, com a criação da Comissão de Resgate Histórico dos 20 Anos da DPMT, a serem completos em fevereiro de 2019.

    Com o propósito de registrar a evolução da Instituição, de forma a valorizar o que foi conquistado e ter parâmetros para avançar em busca de melhorias para o futuro, a defensora pública que atua na comarca de Várzea Grande, Tânia Matos, propôs à Administração Superior o seu desejo em desenvolver a ideia e recebeu o apoio.

    “No próximo ano faremos 20 anos e ter um produto que conte como foi o início de nossos trabalhos, o que éramos e o que somos é importante para planejarmos o futuro e valorizarmos o presente. Sem passado, não existe futuro e por esse motivo, me dispus a executar o projeto. O defensor público geral, Silvio Jéferson de Santa, indicou colegas e o projeto tomou forma. Ele contempla o livro e outros produtos”, explica.

    Além de Tânia, tocam a iniciativa as defensoras Sandra Alves e Corina Pissato, que, até o dia 31 de dezembro de 2018 pretendem entregar um vídeo institucional, uma exposição de fotos em painéis interativos e o livro. O material será usado na comemoração dos 20 anos, num evento na sede administrativa da DPMT, em Cuiabá, no dia 24 de fevereiro.

    “É um projeto interessante, no qual pedimos a colaboração de todos os defensores. Enviamos e-mails solicitando que nos enviassem fotos, documentos, registros em vídeo, histórias, o que tivessem e pudesse contribuir para registrarmos nossa história profissional em Mato Grosso. Demos três meses de prazo e vamos usar o que conseguimos recolher, além de nosso trabalho de pesquisa, na publicação. O relato será cronológico”, explica Sandra.

    Vídeo – As gravações estão sendo feitas no estúdio de tv da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) e a partir de cinco perguntas padrão, destinadas aos defensores públicos-gerais que a Instituição já teve. Eles contam um pouco de sua gestão e história, ao todo, serão cinco entrevistados. Sandra explica que dois deles ficarão de fora do registro em vídeo, por não fazerem mais parte do órgão, mas estarão no livro.

    Imagem – Para colocar uma fotografia recente e profissional de todos os defensores públicos da Instituição no livro, a equipe da Comissão pede a colaboração dos que vierem para Cuiabá no dia 9 de novembro - dia das eleições do novo defensor público-geral - para que venham em trajes formais. Uma sala será organizada para que o fotógrafo da Instituição possa registrar a todos, de forma padronizada.

    Capsula – A defensora Sandra teve a ideia de criar uma “cápsula do tempo”, onde todos os membros que desejarem, poderão guardar objetos. A proposta é abrir a cápsula dez ou 20 anos depois, e verificar as recordações da época. “É um ato simbólico para que no futuro, possamos retomar contato afetivo com o dia em que a Instituição completou 20 anos”, explica Sandra.

    A Comissão se reuniu na sede da DPMT na tarde desta segunda-feira (10/9) para definir ações, tomar decisões, estabelecer responsabilidades e atualizar os membros sobre as ações de uns dos outros. Corina entrou recentemente no grupo, que conta com o apoio de três servidores. As três defensoras fazem pesquisa, redação dos textos e orientam as outras etapas de produção do conteúdo.

    Márcia Oliveira
    Assessoria de Imprensa

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