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19 de Setembro de 2018
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    Comissão resgata história da Defensoria em livro, a ser entregue no aniversário de 20 anos da Instituição

    há 8 dias

    Um livro com 200 páginas nas quais três membros pretendem contar um pouco da história da Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT) toma forma a partir de uma iniciativa voluntária, que começou oficialmente em primeiro de julho de 2017, com a criação da Comissão de Resgate Histórico dos 20 Anos da DPMT, a serem completos em fevereiro de 2019.

    Com o propósito de registrar a evolução da Instituição, de forma a valorizar o que foi conquistado e ter parâmetros para avançar em busca de melhorias para o futuro, a defensora pública que atua na comarca de Várzea Grande, Tânia Matos, propôs à Administração Superior o seu desejo em desenvolver a ideia e recebeu o apoio.

    “No próximo ano faremos 20 anos e ter um produto que conte como foi o início de nossos trabalhos, o que éramos e o que somos é importante para planejarmos o futuro e valorizarmos o presente. Sem passado, não existe futuro e por esse motivo, me dispus a executar o projeto. O defensor público geral, Silvio Jéferson de Santa, indicou colegas e o projeto tomou forma. Ele contempla o livro e outros produtos”, explica.

    Além de Tânia, tocam a iniciativa as defensoras Sandra Alves e Corina Pissato, que, até o dia 31 de dezembro de 2018 pretendem entregar um vídeo institucional, uma exposição de fotos em painéis interativos e o livro. O material será usado na comemoração dos 20 anos, num evento na sede administrativa da DPMT, em Cuiabá, no dia 24 de fevereiro.

    “É um projeto interessante, no qual pedimos a colaboração de todos os defensores. Enviamos e-mails solicitando que nos enviassem fotos, documentos, registros em vídeo, histórias, o que tivessem e pudesse contribuir para registrarmos nossa história profissional em Mato Grosso. Demos três meses de prazo e vamos usar o que conseguimos recolher, além de nosso trabalho de pesquisa, na publicação. O relato será cronológico”, explica Sandra.

    Vídeo – As gravações estão sendo feitas no estúdio de tv da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) e a partir de cinco perguntas padrão, destinadas aos defensores públicos-gerais que a Instituição já teve. Eles contam um pouco de sua gestão e história, ao todo, serão cinco entrevistados. Sandra explica que dois deles ficarão de fora do registro em vídeo, por não fazerem mais parte do órgão, mas estarão no livro.

    Imagem – Para colocar uma fotografia recente e profissional de todos os defensores públicos da Instituição no livro, a equipe da Comissão pede a colaboração dos que vierem para Cuiabá no dia 9 de novembro - dia das eleições do novo defensor público-geral - para que venham em trajes formais. Uma sala será organizada para que o fotógrafo da Instituição possa registrar a todos, de forma padronizada.

    Capsula – A defensora Sandra teve a ideia de criar uma “cápsula do tempo”, onde todos os membros que desejarem, poderão guardar objetos. A proposta é abrir a cápsula dez ou 20 anos depois, e verificar as recordações da época. “É um ato simbólico para que no futuro, possamos retomar contato afetivo com o dia em que a Instituição completou 20 anos”, explica Sandra.

    A Comissão se reuniu na sede da DPMT na tarde desta segunda-feira (10/9) para definir ações, tomar decisões, estabelecer responsabilidades e atualizar os membros sobre as ações de uns dos outros. Corina entrou recentemente no grupo, que conta com o apoio de três servidores. As três defensoras fazem pesquisa, redação dos textos e orientam as outras etapas de produção do conteúdo.

    Márcia Oliveira
    Assessoria de Imprensa

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